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Paulo Atzingen

Paulo Atzingen

Sou jornalista profissional (DRT-185 PA) desde o ano 2000; cursei Letras e Artes e Comunicação Social na Universidade Federal do Pará, lecionei em Escola Pública e cursinhos pré-vestibular. Produzi reportagens na Amazônia sobre sustentabilidade, conflitos agrários e étnicos. Lancei em 1998 minha primeira revista, a PAYSAGE – dirigindo-a e publicando-a por três anos. Em Belém, fui repórter do jornal O Liberal, O Paraense e articulista do jornal A Província do Pará e Diário do Pará. Ganhei alguns concursos, e publiquei três livros de ficção em prosa publicados via editais. “Cronicontos Marabaenses”, “O Boi e o Ferro Gusa” e “O Turista Encarnado“. De volta à terra natal, São Paulo, trabalhei como redator no jornal de turismo Brasilturis e fundei em 2005 o DIÁRIO DO TURISMO, o primeiro jornal On-line Diário de Turismo do Brasil. Como redator e jornalista ganhei o Prêmio O Petróleo é Nosso – da Petrobrás e duas vezes o prêmio de jornalismo Comendador Marques dos Reis, em Belém (2006 e 2016). Em 2016 lancei a revista digital PAYSAGE HOTELEIRA com foco no mercado hoteleiro corporativo e em 2017 lancei meu site com textos autorais, o ATZINGEN.com.br. Sou casado e pai de dois filhos. Estudo gaita.

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    Geraldo P. Seifert

    Na ótica de Administração, diria que deve ser evitado um endividamento grande da empresa. Se pensar em expansão da atividade, que seja com cautela. Antes de haver o pensamento que os credores, em acordo judicial, aceitarão receber menos do que nada, busque parceria com eles. Nenhuma atividade é auto-suficiente. Percebo um esforço, digamos assim, nos Hotéis, especialmente no Estado de SP, com a economia de água, energia elétrica e até na questão da lavanderia, evitando a “tróca automática” das toalhas, todos os dias, mensurando claro o detalhe da limpeza sempre. Um aprendizado que se faz necessário, é a diferenciação de “economia exagerada” com o saber administrar com consciência os recursos disponíveis. Na viagem que fiz em abril, o hotel desligou os frigobares, sob a alegação de economizar energia, disponibilizando no rol de entrada, produtos para os hóspedes levarem na UH: a conta minha/diária, nesse serviço, em tal viagem, ficou em R$ 10,50, já em outras hospedagens o consumo diário varia de R$ 25 à R$ 35. Ficou nítida a ausência de avaliação, do custo que efetivamente acarreta ao Hotel a manutenção deste serviço. Sabendo aplicar os recursos financeiros observando bem os custos, o sucesso da atividade é garantido, claro que pensando na qualidade, conjuntamente. Como diz a máxima, do Curso de Administração e Gerentes bem sucedidos: “Cliente satisfeito, retórna”.

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