“Tratar de forma adequada o Galeão é dinamizar toda a cadeia econômica do turismo, como hotéis, restaurantes, tour operadores, empresas de transportes e serviços”, afirma o presidente do HotéisRio, Alfredo Lopes.
O esvaziamento do Galeão, o aeroporto internacional do Rio, que vem operando muito abaixo da capacidade, pode começar a ser revertido com uma limitação imposta pelas autoridades que cuidam do tráfego aéreo no país ao Santos Dumont, no centro da cidade.
Na próxima terça-feira (11), representantes do Rio no Grupo de Trabalho que trata do tema se reúnem para discutir proposta que deve ser apresentada ainda esta semana à Secretaria de Aviação Civil (SAC). Segundo o presidente do HotéisRio, Alfredo Lopes, a recente decisão do Governo Federal de limitar a capacidade operacional do terminal Santos Dumont com o objetivo de aumentar o número de voos no aeroporto Tom Jobim é uma das soluções.
“O equilíbrio entre as operações do Galeão e do SDU é fundamental para o fortalecimento do turismo e da economia de nosso estado. Precisamos solucionar a falta de voos internacionais com destino ao Rio de Janeiro. E isso está atrelado a fortalecer esse equipamento como HUB, conectando os turistas estrangeiros e passageiros nacionais até seu destino final em todo o país”, afirma Alfredo Lopes. Segundo ele, a recente decisão do Governo Federal, anunciada pelo ministro de Portos e Aeroportos, de limitar a capacidade operacional do terminal Santos Dumont com o objetivo de aumentar o número de voos no aeroporto Tom Jobim vai nesse caminho.
“Tratar de forma adequada o Galeão é dinamizar toda a cadeia econômica do turismo, como hotéis, restaurantes, tour operadores, empresas de transportes e serviços. A operação tem tudo pra dar certo, cabendo ainda ao Governo do Estado garantir segurança nas vias de acesso ao aeroporto internacional. O incremento de visitantes estrangeiros não vai beneficiar apenas o Rio, mas todo o Brasil”, esclarece o presidente do HotéisRIO, Alfredo Lopes.