Ao menos seis pessoas morreram e nove feridas após o naufrágio de um submarino turístico nesta quinta-feira (27) na cidade de Hurghada, no Mar Vermelho, Egito. O acidente ocorreu por volta das 10h, no horário local (5h em Brasília), a cerca de uma milha da costa, em uma região popular entre turistas.
Redação do DIÁRIO
Equipes de resgate buscam retirar com vida 29 passageiros. Os feridos foram encaminhados para hospitais da região, sendo que quatro deles estão em estado crítico.
De acordo com a Embaixada da Rússia no Egito, todos os 45 ocupantes do embarque eram cidadãos russos. A informação foi confirmada pela BBC.
O submarino pertence à empresa Sindbad, especializada em passeios turísticos subaquáticos na região de Hurghada. Segundo o site da companhia, os passeios costumam levar os visitantes a uma profundidade de até 25 metros para observação de recifes de coral. As causas do naufrágio ainda estão sendo investigadas pelas autoridades locais.
Em entrevista ao tabloide britânico Mirror, Tom McDowell, de 63 anos, relatou que ficou apreensivo no início ao embarcar em um submarino turístico no ano passado, durante uma viagem com sua filha Sarah, de 29 anos, o namorado dela, Robert, de 28, e seu neto Jacob, de 12. No entanto, segundo ele, a experiência superou as expectativas: “Estava nervoso no começo, mas fiquei impressionado com o ambiente muito profissional”, afirmou.
“Fiquei chocado quando li a notícia de que ele afundou – meu coração está com as vítimas. Quando eu estava a bordo, fiquei surpreso com o quão focada na segurança a tripulação estava. O barco parecia resistente e a equipe e o capitão eram muito amigáveis e profissionais”, relatou McDowell.