O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu encerrou 2025 com mais de 2,2 milhões de passageiros embarcando e desembarcando no terminal. O volume representa um crescimento de quase 12% em relação a 2024, quando o aeroporto registrou 1,9 milhão de viajantes, e confirma a retomada do patamar de movimentação observado antes da pandemia.
REDAÇÃO DO DIÁRIO – com assessorias
O desempenho consolida um ano marcado por entregas importantes na infraestrutura do terminal. Em janeiro de 2025, foram concluídas as obras da fase 1B, com investimento superior a R$ 390 milhões, que modernizaram e ampliaram a estrutura do aeroporto. No segundo semestre, o terminal também teve a homologação da extensão da pista, que passou a ser a segunda maior do Sul do Brasil. Ainda em 2025, a operação ganhou reforço com o lançamento de duas novas rotas nacionais, para Fortaleza e Brasília — esta última com frequência diária.
“O ano de 2025 marca a retomada do Aeroporto de Foz do Iguaçu como resultado de todo o investimento que foi feito e também do trabalho contínuo da Motiva em parceria com o ecossistema do turismo local. Foz é um destino consolidado que atrai cada vez mais a atenção das companhias aéreas e tem entregue ótimos resultados, como os excelentes índices de ocupação das aeronaves”, afirma Vinícius Bueno, gerente do aeroporto.
Novas rotas impulsionam crescimento no segundo semestre
A alta na movimentação foi puxada especialmente pelo segundo semestre, período em que o aeroporto registrou crescimento de quase 11% na chegada e partida de passageiros. A partir de outubro, mês de estreia do voo direto para Brasília, o terminal passou a superar 200 mil passageiros por mês.
Segundo Bueno, os novos voos diretos para Brasília (inaugurado em outubro) e Fortaleza (em novembro) mantêm índices elevados desde a implantação. “Os voos diretos para Brasília e para Fortaleza foram inaugurados com ocupação acima de 90% e têm se mantido em níveis elevados. São rotas que ampliam a ligação de Foz do Iguaçu com o país e com o mundo”, destaca.
O cenário positivo acompanha o crescimento do turismo no destino. Em 2025, Foz do Iguaçu recebeu 5,8 milhões de turistas em seus principais atrativos, uma alta de 48% em relação ao ano anterior, segundo dados do Governo do Estado. Para 2026, a expectativa é de continuidade na expansão.
“Acreditamos que a via aérea seguirá em expansão como porta de entrada para Foz do Iguaçu, refletindo o trabalho dos operadores de turismo, do poder público e da administradora do aeroporto na divulgação do destino”, completa o gerente.
Conexão com sete capitais e voo internacional
O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu terminou 2025 com ligações diretas para sete capitais brasileiras, com voos regulares e sazonais, além de uma rota internacional.
Voos diários
São Paulo (Congonhas) – Azul e LATAM
São Paulo (Guarulhos) – LATAM e Gol
Rio de Janeiro (Galeão) – Gol
Brasília (DF) – LATAM
Campinas (SP) – Azul
Curitiba (PR) – Azul
Voos semanais
Fortaleza (CE) – Gol
Belo Horizonte (MG) – Azul (sazonal)
Recife (PE) – Gol (sazonal)
Voo internacional
Santiago (Chile) – JetSmart (duas frequências semanais)
Sobre o Aeroporto de Foz do Iguaçu
Fundado em 1974, o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu conecta o Brasil e o mundo à região Oeste do Paraná e desempenha papel estratégico no acesso às Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas da Natureza. O terminal passou por um amplo processo de modernização em 2024, fruto de investimento de R$ 350 milhões, e é administrado pela Motiva desde março de 2022.
Sobre a Motiva
A Motiva é a maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, com atuação nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 39 ativos em 13 estados e mais de 16 mil colaboradores. A companhia administra 4.475 km de rodovias, com cerca de 3,6 mil atendimentos diários. No setor de trilhos, opera metrôs, trens e VLT, transportando 750 milhões de passageiros por ano. Em aeroportos, reúne 17 unidades no Brasil e três no exterior, atendendo aproximadamente 45 milhões de clientes anualmente. A empresa integra o Novo Mercado e está listada há 14 anos no índice de sustentabilidade da B3.




