Alfredo Lopes, presidente do Hotéis Rio: as OTA’s não querem negociar!

Nas negociações para a retomada, o Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (SindHotéis RJ) vem convidando para a mesa de diálogos diversos atores da cadeia produtiva da hotelaria, entre elas as agências online (OTA’s). 

REDAÇÃO DO DIÁRIO 

Neste mês de maio, o (SindHotéis RJ) realizou diversas tentativas de reuniões com as principais OTA’s que vendem o destino Rio, mas encontraram resistência em iniciar o diálogo.

O DIÁRIO conversou com o presidente do SindHotéis RJ, Alfredo Lopes e ele expressa a dificuldade de sentar na mesa com os representantes dessas agências:

“Vimos tentando conversar tanto com a booking como com a expedia – A experian chegou aceitar a participar a reunião, mas voltou atrás. Estamos em uma crise sem precedentes. Na cidade do Rio de Janeiro temos 90 hotéis fechados, e nesses 90 os maiores aqui do Rio como o Sheraton, o Hilton, o Copacabana Palace”, detalhou.

“É obvio que neste momento você quer reduzir as despesas, por isso procuramos essa negociação; muitos hotéis do interior, as pequenas pousadas, os pequenos já há algum tempo praticamente eliminaram seu setor comercial e vivemram em função das vendas do online. Essas agências vieram aumentando ao passar do tempo o valor das comissões, para números que muitas vezes maior do que o lucro do dono do próprio negócio, às vezes mais que 20%”, quantifica Lopes.

“Nesse momento, em que todos estão negociando com seus fornecedores algum tipo de desconto ou dilatação de prazo, seria fundamental que as Ota’s negociasse uma redução de suas comissões, ou mesmo um investimento, uma promoção do destino. Temos a certeza que a retomada vai ser dura”, falou ao DIÁRIO.

Alfredo Lopes se diz surpreso com a indiferença dessas agências em um momento tão difícil como este. “O que ocorre? Essas Otas não querem fazer essa reunião porque querem falar diretamente com os hotéis. Ora, sabemos que o poder de negociação do pequeno hotel, da pequena pousada, os médios hotéis, é nenhum. Essa é a nossa reclamação.

Ele também defende que uma agência pode vender diversos destinos, não ficando atrelada a uma cidade ou região, diferentemente da hotelaria, que envolve investimento comprometido com o destino em que está inserido, impactando diversos setores indiretamente, sendo fundamental para a economia do Estado. “Esperamos que possam tomar conhecimento de seu papel no setor e abrir o caminho para o diálogo”, comenta.

Site e redes sociais da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado do Rio de Janeiro (ABIH-RJ) e do Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro (SindHotéis RJ):

www.sindhoteisrj.com.br

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