A valorização da sociobioeconomia amazônica ganhou novo impulso com a ampliação do Movimento ARA – Todas as Amazônias sob o Mesmo Céu Azul, iniciativa da Azul que conecta produtores da Amazônia Legal a mercados de todo o país. Frutos como bacuri, cupuaçu, açaí e castanha-do-Pará, base dos sorvetes e picolés produzidos pela Blaus há mais de três décadas no Pará, estão entre os exemplos de itens que passaram a alcançar escala nacional.
REDAÇÃO DO DIÁRIO – com assessorias
Presente hoje em sete estados, a Blaus é uma das marcas beneficiadas pelo ARA, que reúne artesãos, extrativistas, agricultores familiares e empreendedores que dependem da floresta em pé para viver. Para viabilizar essa conexão, a Azul opera uma malha que alcança 68 destinos na região, com mais de 180 voos diários, garantindo agilidade, segurança e capilaridade à produção amazônica.
Ao aproximar comunidades remotas dos grandes centros urbanos, a companhia amplia o acesso a serviços, cria oportunidades e fortalece a competitividade de quem vive da floresta. Historicamente, os desafios logísticos — especialmente o alto custo do transporte — limitavam a entrada desses produtos em mercados de maior escala.
Com o apoio do ARA e da malha aérea da Azul, itens produzidos no interior da floresta passaram a chegar a diferentes regiões do Brasil e também ao exterior de forma rápida e eficiente. O resultado é geração de renda, permanência no território e estímulo direto à preservação ambiental.
Aliado a descontos de até 80% no frete aéreo por meio da Azul Cargo, o Movimento ARA já proporcionou mais de R$ 5 milhões em economia aos produtores desde 2022. O impacto ambiental também é expressivo: a iniciativa contribuiu para a preservação de 40 milhões de hectares de floresta — área equivalente ao território de Portugal — reforçando a sociobioeconomia como vetor de desenvolvimento sustentável.
Criado em 2022, o ARA integra conectividade aérea, inovação logística, conservação ambiental e impacto social. Até agora, o programa transportou mais de 100 toneladas de produtos sustentáveis e beneficiou diretamente mais de 2 mil famílias em cadeias produtivas que vão de castanhas, chocolates e geleias a ingredientes cosméticos, artesanato, fitoterápicos e mobiliário.
“O ARA nasceu para conectar pessoas, culturas e oportunidades. Quando colocamos a nossa malha aérea a serviço dos produtores amazônicos, mostramos que desenvolvimento e preservação podem, e devem, caminhar juntos”, afirma Filipe Alvarez, Gerente de Governança e Sustentabilidade da Azul.




