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123milhas pede Recuperação Judicial

Após os últimos acontecimentos, a 123milhas pede Recuperação Judicial e divulga nota à imprensa; saiba mais

Nos últimos dias, um caso que ganhou bastante repercussão foi o da 123Milhas. Isso aconteceu após a empresa suspender os pacotes e a emissão de passagens de sua linha promocional, conhecida como PROMO.

Nessa modalidade, a empresa operava com datas flexíveis, com embarques previstos de setembro a dezembro de 2023. Porém, vários clientes já tinham efetuado o pagamento e com a suspensão, estão no prejuízo.

Diante disso, a empresa recebeu uma notificação Procon-SP, órgão de defesa do consumidor de São Paulo. Ainda, de acordo com o g1, a empresa deve ser investigada pela CPI das Pirâmides Financeiras da Câmara dos Deputados.

123milhas pede Recuperação Judicial

Após as suspensões e cancelamentos, o DIÁRIO ouviu profissionais do turismo, do setor jurídico e econômico sobre essa situação.

Agora, nesta terça-feira, 29, a 123milhas divulga uma nota à imprensa, na qual informa que pediu Recuperação Judicial no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Reproduzimos a nota, a seguir, na íntegra.

Nota à imprensa

Belo Horizonte, 29 de agosto de 2023 – A 123milhas informa que protocolou hoje (29/08) no Tribunal de Justiça de Minas Gerais um pedido de Recuperação Judicial. A medida tem como objetivo assegurar o cumprimento dos compromissos assumidos com clientes, ex-colaboradores e fornecedores. A Recuperação Judicial permitirá concentrar em um só juízo todos os valores devidos. A empresa avalia que, desta forma, chegará mais rápido a soluções com todos os credores para, progressivamente, reequilibrar sua situação financeira.

A 123milhas ressalta que permanece fornecendo dados, informações e esclarecimentos às autoridades competentes sempre que solicitados. A empresa e seus gestores se disponibilizam, em linha com seus compromissos com a transparência e a ética, a construir conjuntamente medidas que possibilitem pagar seus débitos, recompor sua receita e, assim, continuar a contribuir com o setor turístico brasileiro.


Por Caroline Figueiredo, repórter do DT, com agências.

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