Alemanha apresenta suas rotas de parques, cultura e natureza

por Paulo Atzingen

A diretora para a América do Sul do DZT – Centro de Turismo Alemão, Margaret Grantham apresentou nesta quarta-feira (15) em São Paulo uma panorâmica dos destinos ensolarados do país de Richard Wagner e Beethoven.  Margaret antecipou as novidades e a programação ao ar livre da temporada de verão que está prestes a começar por lá.

“Sempre ouvi os alemães falarem: “preciso de ar fresco”… e corriam para os parques para curtirem o sol e a natureza”, assim Margaret simbolizou o início da estação mais colorida da Alemanha, período em que acontecem os maiores festivais de música e cultura no país. A partir de 23 de junho até o início de outubro – quando acontece o Oktoberfest, a Alemanha recebe centenas de milhares de pessoas para curtirem seus parques e áreas livres.

“A Alemanha possui 16 parques nacionais protegidos e 48% da sua superfície é de área verde protegida por leis de preservação”, disse Margaret lembrando que o respeito  à sustentabilidade é um mantra no país. “Os alemães aprenderam com os erros, já que nem sempre foram sustentáveis”, contemporiza.

Toda bonita

Margaret, que está a frente do DZT há quatro anos, tem um grande conhecimento  da Alemanha, pois além desse tempo como diretora do escritório em São Paulo, viveu lá por quatro anos. “Sou suspeita para eleger este ou aquele destino como o melhor ou mais bonito. A Alemanha é toda bonita”, disse.

A Alemanha possui 16 parques nacionais protegidos e 48% da sua superfície é de área verde protegida por leis de preservação (Foto: DZT)
A Alemanha possui 16 parques nacionais protegidos e 48% da sua superfície é de área verde protegida por leis de preservação (Foto: DZT)

Clichê Ultrapassado

Bienal de Arte Contemporânea de Berlim, Festival de Ópera de Munique, Cinema às margens do Rio Elba, Festival do Castelo de Heildelberg, esses são alguns dos inúmeros eventos que acontecem este mês de junho na Alemanha.  “A Alemanha há muito tempo deixou de ser comparada ao país da salsicha e da cerveja, esses clichês estão ultrapassados”, lembrou Margaret.

Bicicleta

Ainda de acordo com Margaret, o país oferece 200 rotas de longa distância e milhares de quilômetros de ciclovias;  entre as opções, trilhas que margeiam lagos e rios e atravessam a região dos vinhos . “A melhor forma de curtir esses parques é de bicicleta. Temos rotas temáticas, rota dos castelos, rota dos vinhos. E é preciso lembrar que vários trajetos podem ser feitos em parte de trem. Necessariamente andar de bike na Alemanha não tem que ser uma atividade sofrida”, brincou.

O país oferece 200 rotas de longa distância e milhares de quilômetros de ciclovias (Foto: DZT)
O país oferece 200 rotas de longa distância e milhares de quilômetros de ciclovias (Foto: DZT)

Sol à disposição

Apesar da expectativa de queda no número de brasileiros que irão à Alemanha este ano – (segundo Margaret irão 5% a menos dos  800 mil de 2015), a diretora acredita em uma retomada de desembarques de brasileiros na Alemanha no segundo semestre. “Está ocorrendo uma pequena reação. Mas, mesmo que recebamos menos brasileiros, o sol da Alemanha e toda a sua vasta cultura e patrimônio estão lá, à disposição”.

www.germany.travel.

 

Paulo Atzingen
Paulo Atzingenhttps://www.diariodoturismo.com.br
Paulo Atzingen é paulista e jornalista profissional (DRT-185 PA) desde o ano 2000; cursou Letras e Artes e Comunicação Social na Universidade Federal do Pará (UFPA), É poeta, contista e cronista. Estuda gaita (harmônica).

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1 COMENTÁRIO

  1. Quero, um dia, conhecer a Alemanha. Se Deus quiser, conhecerei Ana Maria Braga, ficou encantada ao conhecer, porque por menor que seja a cidade visitada, se encontra atividade industrial. Mostrou em seu programa um navio, mantido conservado apesar dos 200 anos que possui de existência. E dizer que no Brasil ainda há tantos lugares, que se avista apenas paisagens naturais, com estilo característico de colonização espanhola: em que as capitais são desenvolvidas e o interior com aquele aspecto “de ainda ser desenvolvido” através da Urbanização própriamente dita: residências e atividades empresariais.

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