A Delta Air Lines divulgou nesta quinta-feira (12) os resultados financeiros do segundo trimestre de 2018.
Edição do DIÁRIO com agências
O lucro líquido ajustado para o trimestre encerrado em junho de 2018 foi de US$ 1,6 bilhão, uma queda de US$ 183 milhões em relação ao mesmo período do ano anterior, já que os recordes nas receitas compensaram parcialmente o impacto de US$ 600 milhões nos preços mais altos dos combustíveis.
Receitas
A receita operacional ajustada da Delta de US$ 11,6 bilhões no segundo trimestre apresentou crescimento 8%, ou US$ 880 milhões em relação ao ano anterior. Esse resultado de receita trimestral marca um recorde para a empresa, impulsionado por melhorias nos negócios da Delta, incluindo aumentos de dois dígitos na receita de carga e fidelidade.
As receitas unitárias totais, excluindo as vendas de refinaria (TRASM), aumentaram 4,6% durante o período, impulsionada pela forte demanda em todas as entidades, o que melhorou os rendimentos. O câmbio trouxe um benefício de quase um ponto no trimestre.
Orientação para o terceiro trimestre e para 2018
A Delta espera o crescimento sólido da receita, melhoria na trajetória dos custos e o retorno à expansão da margem.
Desempenho de custos
As despesas operacionais ajustadas totais no segundo trimestre aumentaram US$ 1,1 bilhão em relação ao mesmo período do ano anterior, com mais da metade do aumento devido aos preços mais altos dos combustíveis.
As despesas ajustadas com combustível aumentaram US$ 578 milhões, ou 33%, em relação ao segundo trimestre de 2017. O preço ajustado por galão de combustível da Delta no trimestre de junho foi de US$ 2,17, que inclui US$ 45 milhões de benefício da refinaria.
A despesa não operacional ajustada melhorou US$ 43 milhões em relação ao ano anterior, impulsionada principalmente pelas despesas de pensão favoráveis. A despesa com imposto ajustada diminuiu US$ 255 milhões no segundo trimestre, principalmente devido à redução na alíquota de book tax da Delta de 34% para 23%.