Avião espacial chinês fará turismo sub orbital até 2025

A Space Transportation está desenvolvendo um avião espacial que conseguirá realizar voos sub orbitais velozes entre dois pontos da Terra

Edição DIÁRIO com agências

Os primeiros testes da empresa chinesa começarão no próximo ano e o primeiro voo tripulado deve acontecer em 2025, conforme publicado pela Via Space.

O avião será totalmente dedicado ao transporte de ponto a ponto a altas velocidades para clientes comerciais, e a Space Transportation quer oferecer viagens mais baratas do que os voos tradicionais.

O avião espacial será lançado verticalmente por um “foguete alado” e, quando alcançar determinada altitude, ele se desprenderá de seu impulsionador, começando seu voo sub orbital. Os primeiros testes em solo estão previstos para 2023, o primeiro voo não tripulado para 2024 e o primeiro com passageiros para o ano seguinte.

Em seguida, o objetivo da Space Transportation é realizar o primeiro teste de um voo suborbital em escala global já em 2030. Para isso, a empresa arrecadou cerca de US$ 46,3 milhões para desenvolver o projeto, incluindo seus aviões hipersônicos Tianxing 1 e Tianxing 2, recentemente testados.

Entre 2020 e 2021, a China Aerospace Science and Technology Corporation (CASC) realizou testes secretos com veículos sub orbitas e orbitais a partir do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan. Ao que tudo indica, fazem parte do programa que desenvolve aviões espaciais, mas ainda não se sabe quais modelos.

Outras empresas estão conquistando o setor dos voos comerciais sub orbitais, como a Virgin Galactic, que, em julho do ano passado, realizou seu primeiro voo comercial com o veículo VSS Unity (que também é um avião espacial), no qual estava abordo Richard Branson, dono da Virgin.

Já na semana passada, a norte-americana Radian Aerospace anunciou o desenvolvimento do avião espacial Radian One, cujo veículo de lançamento será reutilizável e contará com apenas um estágio.

A CAS Space, braço da Academia Chinesa de Ciências (CAS, na sigla em inglês), está trabalhando em um sistema de voos suborbitais bem parecido com o já utilizado pela Blue Origin, no qual um foguete conduz a cápsula com passageiros até a fronteira do espaço.

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