Aeroporto de Manaus deixa de ser administrado pela Infraero

Vinci assume enfim a administração do Aeroporto de Manaus

Edição DIÁRIO com agências

Segundo os dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o Aeroporto de Manaus encerrou 2021 entre os 15 mais movimentados do Brasil, com cerca de 1,2 milhão de passageiros movimentados, e como o 3º maior do país em quantidade de carga, com cerca de 145 mil toneladas.

Porém as investidas judiciais que, durante 2021, buscaram retirar do Bloco Norte de concessões o Aeroporto de Manaus não foram bem sucedidas, e nessa terça-feira (11),  a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) deixar a administração do terminal da capital do Amazonas.

No leilão da 6ª rodada de concessões, em 7 de abril de 2021, o Bloco que engloba, além do Aeroporto Eduardo Gomes, também os terminais de Porto Velho/RO, Rio Branco/AC, Cruzeiro do Sul/AC, Tabatinga/AM, Tefé/AM e Boa Vista/RR, foi arrematado pela Vinci Airports por R$ 420 milhões de pagamento de outorga inicial, com perspectivas de arrecadação total de cerca de R$ 5 bilhões ao longo dos pagamentos periódicos do contrato de 30 anos.

Além da arrecadação acima descrita, o investimento que a Vinci deverá fazer nos aeroportos do Bloco é previsto em ao menos R$ 1,48 bilhão, provavelmente com a maior parte deste montante destinada ao terminal de Manaus, o maior e mais movimentado entre os sete arrematados.
Após os entraves judiciais, a Vinci passa a partir de agora administrar o aeroporto amazonense, assim como faz desde 2017 com o aeroporto de Salvador (BA).
PC

 

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