Departamento de Saúde da Califórnia alerta sobre surto de sarampo na Disneylândia

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O surto de sarampo que começou no parque em dezembro e levou as autoridades de saúde da Califórnia a pedir aos pais para não levarem crianças que não tenham sido vacinadas.

O Departamento de Saúde Pública da Califórnia relatou 59 casos confirmados de sarampo entre os residentes no Estado desde o final de dezembro, a maioria ligada a uma exposição inicial na Disneylândia ou no adjacente Disney California Adventure Park.

Mais nove casos ligados aos dois parques da Disney foram registrados fora do Estado -um no México, três no Estado do Utah, dois no Estado de Washington e um cada nos Estados do Oregon, Colorado e Arizona.

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Acredita-se que o surto tenha começado quando uma pessoa infectada visitou o parque da Disney, situado em Anaheim, provavelmente vinda de outro país, entre 15 e 20 de dezembro.

Entre os infectados estão pelo menos cinco funcionários da Walt Disney e um estudante da Huntington Beach High School, a cerca de 24 quilômetros do parque, que no início desta semana ordenou a seus alunos não vacinados que ficassem em casa até 29 de janeiro.

Na quarta-feira, o vice-diretor do departamento de saúde do Estado, Gil Chavez, afirmou a jornalistas que as pessoas imunizadas contra o sarampo podem visitar despreocupadamente os parques temáticos.

“Mas se você não for vacinado, deveria se preocupar com isso”, disse Chavez. “E se você tem uma criança que ainda não pode ser vacinada, com idade inferior a 12 meses, eu recomendaria que não a levasse a lugares como a Disneylândia.”

Em uma declaração atualizada na quinta-feira, Chavez disse que suas recomendações de cautela se aplicam a “qualquer lugar onde um grande número de pessoas se reúna”, incluindo aeroportos e shopping centers.

O sarampo normalmente começa com febre, tosse, coriza e olhos vermelhos, seguidos por erupções vermelhas que aparecem muitas vezes no rosto e se espalha para baixo. A doença viral, por vezes letal, pode se espalhar muito rapidamente entre as crianças não vacinadas.

Não existe um tratamento específico para o sarampo e a maioria das pessoas se recupera dentro de algumas semanas. Mas, em crianças e pessoas com imunidade reduzida, pobres e desnutridas, o sarampo pode causar complicações sérias, incluindo cegueira, encefalite, diarreia grave, infecção do ouvido e pneumonia.

Fonte: Agencia Reuters 

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