Panorama crítico e pessoal da evolução de um sonho

Gustavo Duarte de Rezende*


A Urbanature Filme & Arte é o resultado de uma visão que tive há quatro anos. Imerso em questionamentos, optei pelo caminho mais difícil, que foi seguir meus ideais, vocações e espírito. Eu adorava, amava a ideia de ter começado, de me sentir engatinhando. As inseguranças do início me incomodavam, mas com o passar do tempo, elas ficaram menores. Descobri a primavera e o outono dos bons frutos da determinação e do trabalho duro.

Meu primeiro vislumbre da Urbanature Filme & Arte foi um centro de desenvolvimento humano e pessoal. Porém, o contexto e as colunas de sustentação do sonho ainda estavam pouco claros em minha mente. Ao prosseguir, clareei a ideia com minhas principais inclinações. E então descobri o Filme, a Arte e o Relacionamento.

Na época, final de 2016, quando concluía a faculdade, o mais acessível era a fotografia. Já havia lido diversos materiais antes da Academia e, lá dentro, pude aprofundar meus conhecimentos na publicidade e no audiovisual. Portanto, o meu caminho mais descomplicado e fluido era começar a tirar fotos.

Eu me posicionei, incialmente, como fotógrafo de esportes radicais e Crossfit. Naquele momento, eu estava voraz. Tinha acabado de sair da Courrieros, como ciclista, e morava no andar de cima do bar da faculdade. Dentro de um ano, cresci cinco.

Sempre fui do esporte e percebi a ascensão do mercado do Crossfit. Assim, resolvi torná-lo a parte comercial da empresa. Esse mercado foi essencial para formar a base da galeria de arte e fornecer a estrutura para a realização do meu primeiro filme.

A Ideia da Urbanature surge com mais força quando, em meados de 2017, me peguei “morando na empresa”, no meu quarto. Nessa situação, tudo estava mais equilibrado, os trabalhos bem mais dinâmicos. Eu já estava morando no Brooklin, numa situação muito melhor do que a fase de transição, já mencionada.

Nessa época, tive algumas adversidades que serviram de catalisadoras para estabelecer a Urbanature como uma ideia objetiva na minha cabeça. E o resumo da ópera foi o primeiro filme que produzi em nome da produtora, o documentário Evolutionature – o Esporte como Evolução, e também a minha parceria com Júlio Dantè, o designer de interiores responsável pela exposição dos meus quadros em Casacor2018.

Depois da evolução de todas estas circunstâncias, somei a empresa para os negócios de família. Hoje, temos duas unidades na rua Texas, ainda no Brooklin. E a Urbanature resume todas estas fases de vida e morte, para chegar ao momento atual. Mas ainda temos muito a caminhar, até alcançar o ponto onde o meu olhar brilha. Hoje, somos o berço de uma nova forma de interpretar o mundo, e de maneira particular, um modelo de negócio inovador para o empreendedorismo.

Por meio do nosso estabelecimento na hotelaria, entretenimento, cinema e arte, conseguimos nos expressar de forma condizente com nossos propósitos. Ou seja: oferecendo educação via conteúdos independentes, relacionamento, troca de cultura e de conhecimento. E, principalmente, via expressão artística verdadeira, que acontece todos os dias aqui dentro da Urbanature.


*Gustavo Duarte de Rezende, 26, é CEO da Urbanature Filme & Arte; graduado em Publicidade pela Universidade Anhembi-Morumbi; praticante de esportes radicais, fotógrafo e produtor cinematográfico independente.

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