Presidente do Visite Guarujá se posiciona sobre lockdown na baixada santista

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Com o objetivo de conter a onda de Covid-19, um lockdown entra em vigor na Baixada Santista nesta terça-feira (23) . A implementação da medida nos nove municípios da região foi aprovada durante uma reunião virtual na sexta-feira (19).

REDAÇÃO DO DIÁRIO


As restrições, que valem por 13 dias, têm início nesta terça e vão até 4 de abril. A presidente do Guarujá Conventions Visitors Bureau – Visite Guarujá, Maria Laudemir Oliveira atendeu ao DIÁRIO e se posicionou a respeito, confira: 

DIÁRIO – Como o Visite Guarujá se posiciona a respeito do Lockdown a ser cumprido a partir desta terça-feira?

A gravidade do quadro que se apresenta justifica, plenamente, a medida.  Entendemos ser válida essa tentativa de diminuir o número de mortes, embora sejam necessárias providências complementares. O lockdown, por exemplo, não pode se eternizar – sob pena de uma quebradeira geral e muito desemprego. Medidas drásticas exigem bom senso, pois a fome e as contas não esperam.

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DIÁRIO – Quais os impactos na economia da cidade decorrentes das restrições? Qual é a expectativa para essa nova medida?

O impacto econômico é muito severo. Os empresários de Guarujá têm amargado prejuízos recorrentes, em um ano de pandemia. Erros na condução do processo, promovidos por desacertos nas esferas federal e estadual, acabam penalizando as realidades municipais. Em se tratando de uma estância balneária, como Guarujá, restrições devem ser adequadas ao perfil do destino.

DIÁRIO – O GCVB enxerga alguma alternativa que queira apresentar?

Nesse momento, não apresentamos nenhum pedido à administração pública. Conforme já foi dito, entendemos a necessidade da medida. Todavia, reiteramos ser necessário bom senso. Harmonizar o zelo pela saúde com a sustentabilidade econômica. Urge o estabelecimento de políticas de Estado, para salvar a vida de empresas ameaçadas. E, com isso, preservar empregos. Um grande pacto, para socorrer os empreendimentos.

Cabe salientar que os empresários tomam todos os cuidados, seguindo todos os protocolos sanitários. No entanto, não podem ser sempre penalizados. É fundamental uma fiscalização efetiva contra festas clandestinas, transporte público lotado, filas em banco – dentre as coisas que, realmente, provocam aglomeração e transmissão da doença.

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