Setpesp contesta entrevista e posicionamento de CEO da startup Buser, dada ao DIÁRIO

A assessoria do Sindicato Empresas Transportes Passageiros Estado São Paulo – SETPESP, enviou uma nota ao DIÁRIO na tarde desta quarta-feira (28) se manifestando contra a postura da startup Buser – apresentada na edição de terça-feira (27) quando da entrevista de seu presidente Marcelo Abritta (leia a entrevista e entenda).
Na nota, o SETPESp repudia o posicionamento do aplicativo de ônibus, que segundo o sindicato atua de forma irregular e que desobedece a regulação dos serviços de fretamento. Abaixo a nota completa:
Prezados senhores:
O SETPESP, que representa as 70 empresas regulares que realizam o transporte intermunicipal de 120 milhões de passageiros por ano no Estado de São Paulo, repudia o posicionamento do aplicativo de ônibus que atua de forma irregular, e que tem desobedecido a regulação dos serviços de fretamento, sendo também alvo de decisões judiciais desfavoráveis em vários Estados do país
“A consulta pública é um instrumento legítimo para participação da sociedade em relação a uma discussão relevante, e nada justifica o prejuízo à mobilidade da população. Cabe destacar que a atividade deste aplicativo já foi considerada irregular pela Artesp, pela Procuradoria Geral do Estado de São Paulo e pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, além de oito decisões judiciais desfavoráveis pelo país”, diz o presidente do SETPESP, Gentil Zavonello.
O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado de São Paulo informa que o sistema de transporte intermunicipal de ônibus é um serviço público, que funciona no modelo de concessionários e permissionários regulados e fiscalizados pelo Estado.
O SETPESP defende que sejam fortalecidos os mecanismos de fiscalização e de controle que coíbam operadores irregulares, que não arcam com as obrigações e custos que as empresas legalizadas assumem, e oferecem riscos à segurança dos passageiros. “A diferença entre viajar pelo transporte regular e pelos ilegais vai muito além de uma questão de pagar menos pelas passagens, porque envolve algumas garantias, que têm como principal foco o conforto e a segurança dos passageiros, dos motoristas, a sustentabilidade e universalidade do sistema, que diz respeito à sociedade como um todo”, afirma o presidente do SETPESP.

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