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Autoridades do turismo debatem prejuí­zos após rompimento de mina em Maceió

Arthur Lira, presidente da Câmara, Marcelo Freixo, presidente da Embratur, e Celso Sabino, ministro do Turismo, marcaram presença no encontro em Maceió

EDIÇíO DO DIÁRIO com informações do G1


Lideranças políticas e do turismo se reuniram no último sábado (16) para avaliar os impactos no setor turístico causados pelo rompimento da mina da Braskem no dia 10 de dezembro. Cinco bairros sofrem com o afundamento do solo causado pela mineração da Braskem, que foi dos anos 1970 até 2019.

Com a chegada do período de alta temporada para a rede hoteleira, bares e restaurantes, agências de viagem, assim como todos os equipamentos do turismo, o setor teme ainda mais prejuízos. Já há alegações de cancelamentos de viagens, pacotes, festas e eventos.

O encontro aconteceu em um hotel da capital e teve a presença também do ministro do Turismo Celso Sabino e do presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) Marcelo Freixo.

Especialistas divergem sobre o que pode ocorrer com mina das Braskem em Maceió
Especialistas divergem sobre o que pode ocorrer com mina das Braskem em Maceió (Foto: Reuters)

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH) em Maceió, a crise na mineração em Maceió não provocou cancelamento em massa em dezembro, porém a grande preocupação está com as vendas futuras, já que a alta temporada se estende até o carnaval. O Maceió Convention Buereau informou que houve uma desaceleração nas vendas para 2024.

Na reunião, JHC afirmou que o turismo é o maior eixo de desenvolvimento econômico e social da nossa cidade. “Estamos traçando as estratégias necessárias e dando todo o suporte. O trade precisa estar mais unido do que nunca para podermos manter a expectativa da maior alta temporada da história da nossa cidade”.

Durante a reunião, Arthur Lira, afirmou que é preciso combater a desinformação e reforçar o setor.

“Estamos reunidos para que o turismo não seja impactado. O que a gente não pode deixar de acontecer é que uma indústria tão importante, que gera emprego e renda, como o turismo, seja abalada de forma irresponsável com a propagação de informações enganosas. Vamos ouvir o trade para que a gente possa atuar e evitar que essa situação venha atingir esse importante setor”, disse o presidente da Câmara.

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