Reputação: patrimônio das empresas

Por Paulo Piratininga*

Os números são emblemáticos – o maior trunfo de qualquer empresa está em sua REPUTAÇÃO. Para não correr riscos ou reduzir a incidência deles, é necessário que a companhia mantenha um bom nome, o que representa uma missão árdua para qualquer gestor.

Pesquisa do instituto de estudos britânico Economist Intelligence Unit – feita com 269 executivos de grandes corporações que lidam com risco em todos os continentes – aponta que a percepção da companhia no mercado é o principal diferencial para ela ASSUMIR A LIDERANÇA. Se a reputação está abalada, a instituição corre sérios perigos.

Quando o assunto é GERENCIAMENTO DE CRISES, as grandes empresas têm muito a ensinar às pequenas. Segundo o estudo, em grupos com receita maior que US$ 10 bilhões, quatro de cinco executivos afirmaram que a empresa investe em gerenciamento de risco. Já em empresas com faturamento de até US$ 1 bilhão, apenas a metade dos consultados contam com algum tipo de ESTRATÉGIA DE CONTENÇÃO de crises.

Outro dado importante: para 62% das corporações, a reparação da imagem empresarial é um fato difícil de ser realizado. Para evitar problemas, as grandes multinacionais utilizam-se de planejamento próprio ou seguem pesquisas e recomendações feitas por consumidores, mídia e grupos específicos. Mas não há uma padronização para se administrar o chamado RISCO-REPUTAÇÃO. A construção de uma imagem de sucesso depende de medidas preventivas, análise da concorrência, segurança, investimento no capital humano, entre outras ações.

Lembre-se que uma corporação corre risco a cada negociação. Para uma empresa funcionar, é preciso estabelecer uma BOA IMAGEM, mantê-la ao longo de cada negociação e recuperá-la sempre que possível. Mudanças no ambiente de trabalho, problemas regulatórios causados por leis novas ou já existentes, ameaças do mercado, dificuldades causadas por ações terroristas são alguns dos elementos que podem atingir uma reputação. Com tantos obstáculos pela frente, todo CUIDADO é pouco!

1 COMENTÁRIO

  1. Sou jornalista e professor de jornalismo. Conheci Paulo Piratininga por meio de seus artigos no site da Scritta. Textos que compartilhei com meus alunos, pela importância do conteúdo e criatividade na forma.
    Sorte nossa, enquanto leitores, que encontraremos no Diário do Turismo, um novo ponto de encontro com esse intectual de imenso caráter.

    Gilberto Lorenzon

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