Osvaldo Alvarenga
Magal – por Osvaldo Alvarenga*
Tenho acordado cedo todos os dias. Muito cedo. Entre às cinco e às seis da manhã. É Magal que não me deixa dormir. A mim nem mais ninguém na vizinhança. Ela reclama atenção. Quer cuidados, quer, sei lá, tão logo nasce...
Deslumbre em Tam Coc – Crônica de Osvaldo Alvarenga*

Tam Coc é uma das paisagens mais exuberantes da terra. Ao menos está entre as mais belas que já vi. São três cavernas cortadas por um rio, cujas margens alagadas foram convertidas em arrozais, numa região rochosa com vários e esparsados...
O Tempo está acabando… – Crônica de Osvaldo Alvarenga*
Há dias, numa manhã em Montesinho, na Terra Fria Transmontana, encontrei Dona Marcelina à porta de casa. Montesinho é uma aldeia típica daquela região, com casas de granito e quotidiano rural; no alto da serra e dentro do parque natural de...
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O Anel Encantado – Crônica de Osvaldo Alvarenga
“Você come um pêssego e saboreia a fruta. Em seguida, você pode jogar fora o caroço ou pode quebrá-lo com uma pedra e saborear a castanha que tem no seu interior”. Assim são os contos Sufi; que há séculos vêm sendo...
Resignado, espero #2 – Crônica de Osvaldo Alvarenga*
"Eis o homem: jogando nos sapatos a culpa dos pés."
Samuel Beckett Fadiga Pandémica é um tipo de cansaço que, segundo especialistas, ajuda a compreender a mudança generalizada de atitude em relação às medidas definidas pelos governos para conter o contágio do Novo...
Contágio Bastardo – Crônica de Osvaldo Alvarenga*
Um mês depois do primeiro diagnóstico de COVID-19, Portugal entrou na fase de mitigação. É o nível de alerta mais alto, avisou a Senhora Ministra da Saúde. Isso quer dizer que o contágio passou a ser comunitário; quando as cadeias de transmissão são...
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Cohousing por Osvaldo Alvarenga*
Foi Denyse a primeira pessoa a falar-me da ideia: juntar amigos para viver em comunidade. Faz tempo essa conversa, uns dez ou quinze anos, pelo menos. Depois, voltamos a falar muitas vezes a respeito, deixávamos correr solta a imaginação, sonhávamos em...
Santos e Sardinhas – Crônica de Osvaldo Alvarenga*
Santo Antônio de Pádua, Santo Antônio de Lisboa. Nascido Fernando, às portas da cidade, quase moura, que inda não era capital. Feito frei, foi para Coimbra. Formou-se teólogo. Místico, praticante das regras de Agostinho de Hipona, comoveu-se com o martírio do...
Resignado, espero – Crônica de Osvaldo Alvarenga*
Passo o tempo à toa, a olhar andorinhas, céu, rio, a ouvir música, ou horas submerso na banheira. Bem em casa, alieno os dias. Em quarentena, como ser mais útil?Ouço lives, podcasts, vejo séries e leio também. Também escrevo. Muita notícia, pouca absorção....
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As Festas Populares – por Osvaldo Alvarenga
Agora sim, santos e sardinhas. Depois de dois anos e um livro, as festas populares estão de volta. Em Lisboa, a melhor época, longos dias, noites de verão, os arraiais em tantos becos, em quantos largos, as ruas assim de gente,...