Brasil tem mais de 200 palácios que estimulam o turismo cultural

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(Edição do DT com agências)

O Brasil tem mais de 200 palácios que ajudam a relembrar as raízes do período imperial. Eles também atuam como atrativos turísticos àqueles que viajam interessados em desvendar a trajetória de personalidades famosas que marcaram o país. Em uma das ruas mais antigas da cidade de Petrópolis (RJ), por exemplo, está o palácio onde viveu a Princesa Isabel e seu marido, o Conde D’eu.

A prefeitura da cidade também funciona em um palácio, o Sérgio Fadel, residência do ex-presidente Campos Sales, construído em 1872 e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Alguns destes palácios constam em um estudo inédito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que mapeou 492 monumentos que contribuem para a compreensão da cultura brasileira em diferentes épocas de sua história, muitos deles atrações turísticas locais.

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Entre as 22 categorias mapeadas, destacam-se árvores antigas, cemitérios, jardins, praças, casarões e palácios, de acordo com a historiadora Cristiane Magalhães, autora da pesquisa. Na lista de palácios que fazem parte do patrimônio brasileiro ainda está o palacete do Batel, em Curitiba, com arquitetura inspirada em modelos franceses da época e uma torre romântica. De acordo com a Secretaria de Cultura do Paraná, a construção foi erguida entre 1912 e 1914 para ser a moradia de Ildefonso Rocha e família, segundo o projeto do arquiteto René Sandrensky.

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