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Redação

Primeiro e-Diário de Turismo do Brasil

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    Geraldo

    Neste quesito de custos operacionais, um detalhe que merece destaque é o mercado reagir frente às questões que o atual governo está impondo: se pagar caro por serviços, motivado pela falta de investimentos: efetivamente necessários e justificáveis, como a temática da energia elétrica; por mais que o consumidor residencial economize, a conta continua vindo alta. Imagina numa atividade comercial como a hoteleira que atende a um público eclético: na questão de administrar o quanto cada hóspede irá consumir de energia elétrica em sua estadia. Irá variar de pessoa para pessoa, em conformidade com a conscientização da necessidade de utilizar sem desperdício, evitando por exemplo, ambientes iluminados (como banheiros) sem ter ninguém nele. Na internet, via operadoras de telefonia móvel, estamos presenciando o surgimento da “franquia de internet”, o que impõe mais uma vez, se pagar caro por serviços que muitas vezes fica inoperante. Quem é de minha geração (faixa de 40 a 50 anos) e tem formação em Administração, sabe que é algo de se ficar perplexo, a empresa poder definir o quanto irá ofertar (prestação de serviço) ao cliente. Não faz sentido termos crédito de celular e não podermos usar a internet porque a franquia definida pela operadora, expirou. Já pensou se a “moda pega” e os supermercados, fármacias e TV/s abertas definirem o quanto cada cliente póde consumir! Esta na hora do empresariado e clientes mostrarem sua importância na economia: restabelecendo o efetivo direito de empreender uma atividade e o efetivo direito do consumidor dispor da quantidade de produto e/ou serviços que desejar, ainda mais quando já tenha sido pago antecipadamente (modalidade pré-pago).

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