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Itaipu Binacional celebra 42 anos de áreas protegidas com avanços na conservação ambiental

Itaipu Binacional contabiliza mais de 24 milhões de árvores plantadas, recuperação da Mata Atlântica e programas reconhecidos de preservação da fauna e da flora.

Itaipu Binacional comemora neste sábado (27) os 42 anos da criação de suas áreas protegidas, responsáveis por transformar a empresa em uma referência internacional em conservação da biodiversidade, restauração florestal e sustentabilidade.

DA REDAÇÃO com assessorias

Segundo o diretor de Coordenação da Itaipu, Carlos Carboni, a preservação ambiental integra a missão institucional da empresa e é indispensável para garantir a saúde do reservatório e a produção contínua de energia limpa e renovável.

Ao longo de mais de quatro décadas, a margem brasileira recebeu o plantio de mais de 24 milhões de árvores nativas. Paralelamente, a Itaipu consolidou importantes programas de conservação da fauna, iniciados com a histórica Operação Mymba Kuera, responsável pelo resgate de animais durante a formação do reservatório.

Entre os principais resultados ambientais estão a ampliação da diversidade de espécies florestais, a liderança mundial no programa de reprodução de harpias, a reintrodução de animais ameaçados, como o mutum-de-penacho, e a contribuição para cerca de um terço da recuperação da Mata Atlântica no Paraná, segundo a SOS Mata Atlântica.

Passeio Ciclístico na área de Preservação Ambiental (Crédito: Itaipu Binacional – divulgação)
Itaipu Binacional
Segundo o diretor de Coordenação da Itaipu, Carlos Carboni, a preservação ambiental integra a missão institucional da empresa e é indispensável para garantir a saúde do reservatório e a produção contínua de energia limpa e renovável (Crédito: divulgação)

O Refúgio Biológico Bela Vista, em Foz do Iguaçu, registrou no último ano o nascimento de 64 animais, incluindo harpias, antas e jacutingas, além da produção de 350 mil mudas de 89 espécies nativas. O espaço também se destaca pelo Projeto de Abelhas Nativas sem Ferrão, voltado à educação ambiental e à preservação dos polinizadores.

Já o Refúgio Biológico de Santa Helena concentra pesquisas sobre a recuperação da biodiversidade após quatro décadas de restauração florestal, enquanto o Refúgio Binacional Maracaju fortalece a cooperação entre Brasil e Paraguai em ações de reflorestamento e educação ambiental na região de fronteira.

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