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GRU Airport opera abaixo da capacidade e registra 46% de queda em janeiro de 2021

A GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, informa aos leitores do DIÁRIO que registrou no primeiro mês de 2021 a movimentação de mais de 2,2 milhões de passageiros.

EDIÇíO DO DIÁRIO com agências


Segundo a nota, as fortes restrições de movimentação e fechamentos de países e cidades impostas pela pandemia da Covid-19 resultaram na redução de 46% quando comparado com os números contabilizados no mesmo período de 2020  quando a concessionária registrou 4,2 milhões de passageiros e 27,3 mil pousos e decolagens (nacionais e internacionais).

“Em de dezembro de 2020, estiveram no aeroporto cerca de 2,28 milhões de passageiros. Nesse período, foram registrados 17.248 pousos e decolagens (nacionais e internacionais)”, informa o comunicado.

Voos nacionais

O mês de janeiro registrou cerca de 1.9 milhões de passageiros com origens ou destinos nacionais, em uma média de diária de 481 pousos e decolagens. Esses números ainda representam uma redução de 32 % quando comparado com a movimentação do mesmo período do 2020, onde foram processados, em média, 95,4 mil  passageiros por dia em destinos nacionais.

Por conta do fechamento de fronteiras causadas pela pandemia, o tráfego doméstico ainda continua sendo o mais representativo, registrando cerca de 87% do total de passageiros processados.

Voos internacionais

O tráfego internacional representou apenas 13% do volume de passageiros total que passaram pelo aeroporto, totalizando cerca de 9,4 mil passageiros por dia. Quando comparado com o mesmo período de 2020, apresenta uma queda de 77,1%, quando foram transportados cerca de 41 mil passageiros por dia.

Cargas

O Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, administrado pela GRU Airport, movimentou em janeiro de 2021 cerca de 19 mil toneladas entre importação e exportação. Comparado com o mesmo período do ano anterior, esses números representam um crescimento de 3% na exportação.

Entre os itens mais transportados nesse período estão fármacos, partes e peças automotivas, têxtil, alimentos, maquinários, peças aeronáuticas e devido a sua malha aérea e conectividade, o aeroporto também vem se destacando na distribuição do comércio eletrônico.

O terminal, foi a principal porta de entrada para cargas farmacêuticas no Brasil, especialmente aquelas dedicadas ao combate da pandemia de COVID-19, fechando o mês com 51% do Market share do segmento.

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