O HotéisRIO realizou, na quinta-feira (9), uma palestra voltada aos hotéis associados para discutir boas práticas de vigilância sanitária e a importância da capacitação de equipes para o uso de desfibriladores. O encontro aconteceu no Grand Mercure Rio de Janeiro Copacabana e contou com representantes do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, Vigilância de Zoonoses e de Inspeção Agropecuária (IVISA-Rio).
REDAÇÃO DO DIÁRIO – com assessorias
A iniciativa teve como objetivo apresentar a atuação do órgão e orientar o setor sobre temas relacionados à segurança sanitária, qualidade dos serviços e prevenção de riscos à saúde de hóspedes e colaboradores.
Boas práticas reforçam a segurança na hotelaria
Durante a palestra, especialistas abordaram assuntos como manipulação segura de alimentos, abastecimento de água, gerenciamento de resíduos e protocolos de vigilância sanitária aplicados aos meios de hospedagem.
A coordenadora-geral de Licenciamento e Fiscalização do IVISA-Rio, Claudia Serodio, destacou que o cumprimento das normas sanitárias é essencial para garantir serviços de qualidade.
“Para conseguir oferecer um serviço de alta qualidade, que agrade e preserve a saúde dos hóspedes, é necessário seguir as normas sanitárias.”

Grande circulação de turistas exige atenção redobrada
O auditor-fiscal sanitário Eduardo Laviola ressaltou que o Rio de Janeiro recebe visitantes de diversas partes do mundo, o que amplia a responsabilidade dos empreendimentos turísticos em relação à prevenção de riscos sanitários.
“No caso dos hotéis, o risco é ainda maior. Por isso, a administração dos processos é importante como, por exemplo, o fluxo de produção dos alimentos, desde a temperatura adequada à gestão da pista de distribuição destes.”
Segundo o especialista, o controle de todas as etapas da produção e do armazenamento de alimentos é um dos principais fatores para garantir a segurança alimentar dos hóspedes.

Capacitação para uso de desfibriladores é destacada
Outro tema debatido foi a necessidade de os hotéis manterem equipes treinadas para operar desfibriladores externos automáticos (DEA), equipamentos exigidos pela legislação em determinados estabelecimentos.
A coordenadora de Fiscalização em Vigilância Sanitária, Simone Siqueira, ressaltou que, além da instalação do equipamento, é indispensável investir na capacitação dos profissionais.
“É necessário contar com equipes que tenham feito um curso para utilizar o aparelho, que deve ficar em local de fácil acesso e de conhecimento dos profissionais capacitados para utilizá-lo.”
Segundo o HotéisRIO, encontros como esse contribuem para fortalecer a cultura da prevenção e incentivar a adoção de boas práticas sanitárias na rede hoteleira do Rio de Janeiro.





