Hotéis Firenze e Da Vinci são referência em Serra Negra

REDAÇÃO DO DIÁRIO

Os hotéis Firenze e Da Vinci no município de Serra Negra no interior de São Paulo são o que poderíamos dizer, unanimidade na região. Os dois, de propriedade da família Testa atendem desde hóspedes tradicionais e que buscam sossego e descanso a viajantes em busca de diversão, esportes radicais e entretenimento. Serra Negra é um dos 11 municípios paulistas considerados estâncias hidrominerais pelo Estado de São Paulo e portanto, cidade genuinamente procurado por turistas. Sua diretora geral, Ariadne Testa atendeu a reportagem do DIÁRIO e concedeu esta entrevista, acompanhe:

DIÁRIO – Qual a parcela de divisão entre hóspedes de lazer e negócios nos hotéis Da Vinci e Firenze?

ARIADNE TESTA – O Da Vinci é um empreendimento na categoria hotel boutique, muito bem  localizado e recebe mais público de lazer. O Firenze tem o lazer, família, e o corporativo. O Da Vinci não tem espaço para eventos, é aquele hotel central, localizado na rua onde tudo acontece na cidade; é um hotel muito confortável, tradicional e acolhedor, com gastronomia muito boa. É muito concorrido, pela localização, pelo atendimento. Quando as pessoas chegam no Da Vinci é aquele aconchego.

O Firenze é um hotel mais com padrão de hotelaria moderna, apesar de ser um hotel vertical, tem uma área de lazer boa, como também espaço para eventos corporativos. Estamos agora expandindo com uma nova sala de convenções para melhor atender esse tipo de clientela.

DIÁRIO – Quais atividades o empreendimento oferece aos hóspedes durante a estadia?

ARIADNE TESTA – Temos para crianças, dentro do hotel, uma equipe boa de monitoria, temos torneio de baralho, jogos, música ao vivo… nós sentimos o público e nos adaptamos às demandas… Em um final de semana muito quente adaptamos nosso pessoal para as atividades externas e, principalmente a piscina. Se estiver frio, fazemos um chá da tarde, esse tipo de coisas. Sentimos a demanda do dia, do clima…

Fachada do hotel Da Vinci, em Serra Negra. (Foto: DT)
Fachada do hotel Da Vinci, em Serra Negra. (Foto: DT)

O hotéis por estarem extremamente bem localizados, distantes cerca de 100 metros um do outro, o hóspede poder andar a pé a noite em segurança. Serra Negra também tem outra característica muito legal, pois sendo uma estância hidromineral as pessoas tendem a procurar tanto o ar puro da montanha, praticar atividades ecoturísticas, caminhadas, o hotel agrega com a rua. Nós temos um circuito muito bom que vai além da cidade.

DIÁRIO – Houve crescimento para o hotel no primeiro trimestre de 2016 em termos de receita, ocupação e número de hóspedes?

ARIADNE TESTA – O nosso primeiro trimestre foi bom. Não tivemos uma queda significativa. Existe uma crise, sim, mas esta crise é na moeda estrangeira, então é muito mais de ordem política que de ordem financeira, eu vejo assim. Com o dólar ao preço que está, as pessoas deixam de viajar ao exterior mas não deixam de viajar aqui no Brasil. As pessoas têm necessidade de sair de São Paulo, podem não ir fazer compras em Miami, mas vêm a Serra Negra. Sinceramente eu não senti, a nossa região não foi abalada. Para se ter uma ideia a cidade de Serra Negra, aos finais de semana os hotéis tem 100% de ocupação. Durante a semana, essa média cai muito, mas aí agregamos com eventos para contrabalançar

 

 

 

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