Armando Ferreira, Presidente da ABIH do Maranhão, fala ao DIÁRIO

Por Patricia de Campos

O DIÁRIO DO TURISMO esteve em São Luís e conversou com Armando Ferreira, Presidente da ABIH do Maranhão

A hotelaria do Estado do Maranhão sofreu drasticamente com a pandemia do Covid-19, reduzindo a oferta de 9 mil leitos para 6.5 mil atualmente.

Armando nos conta que durante esses quase dois anos, 75% dos meios de hospedagem do Estado fecharam suas portas, sem muita possibilidade de reativá-las futuramente. A própria entidade tinha em seu quadro associativo 60 hotéis, no período de pandemia esse número se reduziu a apenas oito.

São Luís é a cidade com maior concentração de hotéis no Maranhão que são movimentados pelo turismo, negócios e eventos. O Grand Hotel São Luís, ícone da hotelaria local, que chegou a ser o primeiro hotel de rede, na época Villa Rica, na década de 80, surgindo para acolher principalmente os viajantes de negócios da Vale e da Alumar.

O segundo, é o mais importante polo de hospedagem está em Barrerinhas, entrada dos Lençóis Maranhenses. Totalmente voltada para o turismo, concentra grande número de pequenas pousadas familiares, que não resistiram ao longo período de fechamento. O terceiro polo é a Chapada das Mesas, no Sudeste do Estado.

“Cidades como São José do Ribamar e Alcântara também devem vir a ter um crescimento futuro dos meios de hospedagem”, comenta o presidente da ABIH do Maranhão.

Imperatriz, hoje conta com hotéis de rede como Ibis e Bristol, e municípios como Bacabau, Itapecuru tem grande importância  no cenário econômico local, devendo ter um crescimento exponencial pós pandemia.

A volta tem sido gradativa com foco no turismo, com base no trabalho de divulgação que a Secretária de Turismo do Município e do Estado tem realizado, e com isso os hotéis estão se reinventando dentro de todos os protocolos hoje exigidos.

“Vejo um cenário positivo para a hotelaria maranhense em 2022, inclusive já vemos uma maior ocupação para esse período de final de ano. Acredito que nos próximos três anos teremos um grande crescimento no setor, considerando que São Luís é o ponto inicial para a Rota das Emoções, que tem sido largamente difundida e tende a atrair turistas que estejam buscando novas experiências. A capital maranhense ainda é pouco explorada, mas tem muito a oferecer. Precisamos apenas ter melhoria em nossa malha aérea, para dar maior opção á aqueles que nos visitam”, concluiu Armando.

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