João Francisco Rodrigues integra a revista Paysage Entrevista, que trará em abril o título “20 hoteleiros que constroem a hotelaria brasileira”
Natural de Portugal, João Francisco Rodrigues viveu uma infância marcada pela disciplina e a organização do seminário no Convento de Cristo, em Tomar, uma antiga fortaleza templária. “Lá tinha regras rígidas, era como se fosse um hotel, mas com horário para tudo”, relembra ele. Após formar-se no curso médio em eletrotécnica e atuar como professor por sete anos, a curiosidade pelo Brasil o trouxe para cá na década de 80. “A paixão pelo Brasil começou aí”, conta, refletindo sobre sua juventude movida pelo encantamento com o país e pelas oportunidades que encontrou.
Ascensão na hotelaria e consolidação de um líder
João Francisco iniciou sua carreira em A&B, mas foi no Hotel Glória, no Rio de Janeiro, que descobriu sua vocação para a hotelaria. “Foi ali que eu realmente me identifiquei com a hotelaria”, relembra. A partir dessa experiência, passou por grandes redes, como Bourbon e Othon, acumulando conhecimentos valiosos e desenvolvendo um perfil de gestão focado em resultados. “Sempre tive um foco muito grande em custo-benefício e resultados”, destaca. Entre suas realizações marcantes, estão sua primeira passagem pelo Mavsa Resorts (2008-2014), a implantação do Malai Manso Resort no Mato Grosso e a atuação como diretor regional de operações na GJP.
Visão empreendedora e dedicação ao Mavsa Resort
Atualmente, João Francisco está à frente do Mavsa Resort, em Cesário Lange (SP), transformando um empreendimento em um dos mais completos e modernos resorts do Brasil. “Hoje, estamos com 174 apartamentos e mais 84 em construção, com toda uma infraestrutura invejável”, orgulha-se. Para o futuro, João planeja continuar contribuindo com o crescimento do Mavsa e integrar conselhos consultivos. “Quero colaborar aqui no Mavsa e viso um lugar no conselho futuramente”, projeta, com a mesma determinação que sempre guiou sua trajetória.
João Francisco Rodrigues integra a revista Paysage Entrevista, que trará em abril o título “20 hoteleiros que constroem a hotelaria brasileira”





Agora sei de quem é a responsabilidade por baixar o nível da experiência dos hóspedes “com foco em resultado”.
Frequento o Mavsa há 8 anos e retornamos agora em Jul’26 depois de quase dois anos pra nos surpreender com o quanto expandiram a infraestrutura que de fato é maravilhosa e abriu uma frente de negócios ao empreendimento que não havia antes com a Praia Mavsa e como a gestão recente promoveu um verdadeiro retrocesso numa das coisas que mais nos faziam voltar ao Mavsa que é a Gastronomia.
Da remoção das geladeiras de sorvete do bar da piscina (Açaí no lugar ? Oi?) à mesmice das refeições (ficamos por 6 dias e não houve nenhuma variação nem jantar temático nem sobremesas encantadoras)… este era o ponto forte do Resort, que surpreendia com noites temáticas (chinês, japonês, árabe, Italiano – sempre surpreendentes com atendimento impecável e uma apresentação exemplar dos pratos). Substituíram os aperitivos da piscina por opções ricas em carboidratos com a Clara missão de “empanturrar” os hóspedes e poupar no buffet… ficamos decepcionados.