Os silos antigravitacionais de Ollantaytambo

15 ANOS DIÁRIOS – PUBLICADO EM 3 DE AGOSTO DE 2017

A pequena cidade de Ollantaytambo funciona até hoje como foi criada, ou seja, as casas ainda permanecem como eram e dentro delas moram pessoas. “As casas daqui não se modificaram muito, permanecem com suas características originais e as pessoas da atualidade vivem nela;’ explica a guia de turismo Liliane Vargas Buendia.  Os pátios ainda mantém sua arquitetura original e as ruelas mantém seu traçado original. A única e principal diferença do tempo dos incas é que a cidade está apinhada de turistas e o comércio, de tudo o que interessa aos viajantes, é muito intenso.

Localizada a 90 quilômetros a noroeste da cidade de Cuzco, é um dos pontos de partida da trilha para Machu Picchu e de onde parte o trem para o santuário inca.

As ruas de Ollantaytambo mantém seu traçado original (Foto: Paulo Atzingen)
As ruas de Ollantaytambo mantém seu traçado original (Foto: Paulo Atzingen)

 

 

 

Silos

Enquanto todos os turistas subiam as escadas para observar Ollantaytambo do alto, observávamos, do lado oposto da muralha de terraços, os grandes silos pendurados na montanha à frente, contrariando a lei da gravidade.

Foi preciso um trabalho de limpeza – acompanhados de arqueólogos – para que ficassem, finamente à mostra (Foto: Paulo Atzingen)
Silos: foi preciso um trabalho de limpeza – acompanhado de arqueólogos – para que ficassem, finamente à mostra (Foto: Paulo Atzingen)

“Os silos funcionavam como grandes depósitos de produtos, ou seja, todos os impostos pagos ao governo eram mantidos naquele lugar. No caso, eram produtos  desidratadas como carne seca, milho seco, batata seca, roupa, decorações, plumas, materiais de guerra. Os objetos eram colocados lá por conta da temperatura mais baixa e refrigerada”, explica minha guia de turismo, Liliana Buendia.

Esse tipo de paiol era construído em vários locais diferentes, para, em caso de incêndio, nem tudo se perdesse. Esses silos, até bem pouco tempo eram desconhecidos. Foi preciso um trabalho de pesquisa e  limpeza – acompanhado de arqueólogos – para que esta arquitetura monumental ficasse, finamente, à mostra.

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Paulo Atzingen
Paulo Atzingenhttps://www.diariodoturismo.com.br
Paulo Atzingen é paulista e jornalista profissional (DRT-185 PA) desde o ano 2000; cursou Letras e Artes e Comunicação Social na Universidade Federal do Pará (UFPA), É poeta, contista e cronista. Estuda gaita (harmônica).

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