Ian Gillespie, da Avianca Internacional, fala ao DIÁRIO

Players do setor turístico – entre eles hoteleiros, operadores – e representantes de instituições foram entrevistados pelo DIÁRIO DO TURISMO para falarem sobre suas expectativas para o ano que começa. O entrevistado desta vez é Ian Gillespie, diretor da Avianca Internacional no Brasil.

Da REDAÇÃO

O nono entrevistado que falou com o DIÁRIO sobre suas expectativas para esse ano que se inicia e ainda diante de um quadro econômico recessivo, Ian Gillespie, diretor da Avianca Internacional no Brasil. O executivo conversou com a reportagem do DIÁRIO e citou que as viajantes corporativas entre Brasil e Colômbia estão crescendo.

DIÁRIO – O senhor pode fazer um prognóstico de como se apresentará o setor aeroviário no primeiro semestre e segundo semestre de 2017?


Ian Gillespie – O segmento aéreo internacional tem duas situações a serem pontuadas: a situação do país, ou seja, o mercado nacional e a economia. O campo internacional reage de diversas maneiras. Esta semana, por exemplo, foi determinada a queda dos juros, um fator que abaixa o câmbio e é muito importante para o turismo. Assim, diminuem os preços de pacotes para quem quer viajar para destinos no exterior como Caribe, Peru e Colômbia, destinos-chave para a Avianca Internacional.

Também é muito importante para o mercado internacional essa queda dos juros, pois influencia muito nas viagens de lazer e no turismo corporativo, que sente mais. Homens de negócios que viajam muito para o Peru e a Colômbia são constantes em nossos voos, o que tivemos que reforçar. Os dois conjuntos dão um gás ao segmento e, desde agosto de 2016, venho percebendo uma melhora significativa no internacional. Muitos brasileiros querendo viajar.

DIÁRIO – Tendências apontam que com a economia recessiva o turismo internacional (emissivo) pode surpreender, concorda?

Ian Gillespie – Já está surpreendendo. Com o câmbio sendo trabalhado a R$ 3,20 será uma situação positiva para o mercado. Teremos maior capacidade. Depois das Olimpíadas a presença do Brasil lá fora aumentou bastante, automaticamente as rotas de/para o país também. No último trimestre de 2016 houve um aumento muito positivo. Mas tem muita coisa a ser definida ainda neste semestre.

DIÁRIO – Como analisa o mercado aéreo com o governo Temer (em relação ao mercado nacional) e governo Doria (em relação a São Paulo)?

Ian Gillespie – Tranquilidade, estabilidade e líderes políticos que fazem a economia funcionar são itens para todas as nações seguirem adiante.

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