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Rubia Coser, CEO da Travel Next Minas, ensina 7 estratégias para aproveitar a feira ao máximo

Em sua 4ª edição, evento projeta receber mais de 7 mil visitantes nos dias 12 e 13 de agosto no Expominas, em Belo Horizonte (MG)

Nos dias 12 e 13 de agosto de 2026 será realizado, no Centro de Exposições Expominas, em Belo Horizonte (MG), a Travel Next Minas, um dos principais encontros do mercado de turismo no território mineiro. Em sua quarta edição, o evento projeta receber mais de 7 mil agentes de viagens.

Rubia Coser, CEO da Travel Next Minas, afirma que a geração de negócios é a alma da feira, pois ela é desenhada para isso. A expectativa deste ano é reunir cerca de 900 marcas e superar os R$ 85 milhões gerados na edição de 2025. E ensina: “Tempo na feira é o ativo mais escasso. Venham com a mente aberta e visão estratégica”.

A pedido do jornal Diário do Turismo para que você chegue à Travel Next Minas 2026 focado em seu objetivo, Rubia preparou 7 Dicas Estratégicas para aproveitar o melhor que a feira pode proporcionar e fazer sucesso nos negócios. Anote aí.

A edição de 2025 da Travel Next Minas reuniu milhares de profissionais do turismo e movimentou R$ 85 milhões em negócios, segundo a organização. - Crédito: Anderson Gradischer
A edição de 2025 da Travel Next Minas reuniu milhares de profissionais do turismo e movimentou R$ 85 milhões em negócios, segundo a organização. – Crédito: Anderson Gradischer
  1. A PREPARAÇÃO

O agente precisa chegar à Travel Next Minas 2026 com um objetivo claro: o que eu quero construir para a minha agência nos próximos 12 meses? A feira deve superar os 7 mil visitantes e reunir cerca de 900 marcas — não dá para abraçar tudo. A preparação começa pelo credenciamento prévio, obrigatório, e pelo download do app, onde estão o mapa, a agenda, o matchmaking e o agendamento de reuniões. Quem chega sem isso chega atrasado. E vem com a mente aberta: Minas Gerais concentra 60% do patrimônio cultural do Brasil. Conhecer essa riqueza antes de pisar no Expominas é se preparar para negociar melhor.

  1. O CONTEÚDO

A Travel Next não é feira de vitrine, é feira B2B de conteúdo. A programação tem arena de palestras, sala de treinamento, espaço de inovação com tecnologia aplicada ao turismo e o Travel Lux. O conselho é simples: não escolha a palestra pelo nome do palestrante, escolha pela lacuna de conhecimento que você precisa fechar. O conteúdo só vira capacitação quando o agente sai da palestra e vai ao estande aplicar o que acabou de ouvir.

  1. A GESTÃO DO TEMPO

Tempo na feira é o ativo mais escasso: dois dias, milhares de pessoas, agenda corrida. O app existe para o participante ganhar tempo, otimizar os encontros e explorar melhor o evento. Divida os dois dias em blocos temáticos: operadoras, hotelaria, inovação, Travel Lux. Deixe margem, porque os melhores negócios acontecem nos corredores. Priorize pela intenção de negócio, não pelo tamanho do estande. E use a gamificação do app: check-ins e QR Codes organizam o percurso e ainda valem pontos.

  1. O NETWORKING

A Travel Next é feira B2B — networking aqui é ativo, não passivo. Em 2025, recebemos agentes de 16 estados. O passo número um é usar o matchmaking do app. Depois, troque cartão com intenção: não ‘deixa eu te achar no WhatsApp’, mas ‘qual o melhor dia para retomarmos essa conversa?’. Participe dos quizzes que começam uma semana antes da feira. E, por fim, quem só fala com quem já conhece perde a feira. O diferencial da Travel Next é colocar o agente diante de um Brasil inteiro de oportunidades em dois dias.

  1. OS NEGÓCIOS

Fazer negócio na Travel Next exige estratégia. Em 2025, geramos R$ 85 milhões em negócios; em 2024, R$ 60 milhões. Isso não acontece por acaso — acontece porque a feira é desenhada para o B2B. O que todo participante precisa saber: tenha portfólio e perfil de cliente claros.  Entenda que a feira é ecossistema: operadoras, consolidadoras, companhias aéreas, cruzeiros, locadoras, seguro-viagem, hotelaria e resorts estão todos no mesmo piso.

  1. AS EXPERIÊNCIAS

A Travel Next não separa negócio de experiência — integra os dois. Quem entra no espaço de inovação vê tecnologia que vai mudar a forma de vender turismo. Quem assiste a um conteúdo de um destino e depois conversa com o trade desse destino no estande entende por que o turismo é motor de desenvolvimento. A experiência que transforma não é uma só, mas a soma: a conversa no corredor, a tecnologia no estande, a história de quem está do outro lado da banca. É isso que inspira o empreendedor a fazer turismo de outro jeito.

  1. O PÓS-FEIRA

A feira termina, mas o trabalho começa. O maior erro é voltar cheio de cartões e deixar a relação esfriar. Nos três dias seguintes, organize os leads do app por potencial de negócio e por prazo. Retome cada contato com proposta concreta — não mande ‘prazer ter te conhecido’, mande ‘aqui está o destino que combina com o seu público’. Use o histórico da gamificação para orientar quem cultivar. E volte para a agência com uma decisão tomada a partir do que viu: um novo destino, uma nova tecnologia, um novo parceiro. Feira que não vira decisão vira lembrança. A Travel Next foi feita para virar negócio.

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