InícioEconomia do turismoVocê sabe o que é uma "˜repatriação sanitária"™? Veja...

Você sabe o que é uma “˜repatriação sanitária”™? Veja aqui!

Um dos serviços mais comuns oferecidos pelas empresas de seguro viagem é a repatriação sanitária

Em nota enviada pela Europ Assistance Brasil, a ‘repatriação sanitária’ envolve o transporte médico do segurado para o país de origem por conta de alguma enfermidade ou acidente, caso seja realmente necessário. Essa decisão envolve o médico que acompanha o caso no local e decide pela necessidade ou não dessa transferência.

Muito além do transporte

O que pouca gente sabe é que esse serviço vai muito além do simples transporte do segurado, que dependendo da gravidade da situação pode precisar de uma UTI área. O valor desse serviço – geralmente acima de 100 mil reais – depende de alguns fatores como a distância que precisa ser percorrida entre o local da remoção e o país de origem, até o peso que estará na aeronave, tanto do passageiro, quanto dos equipamentos médicos necessários para o monitoramento da sua saúde.

Porém, na maioria dos casos, as repatriações sanitárias envolvem aviões comerciais mesmo, onde são retirados alguns assentos para a colocação da maca e dos equipamentos médicos.

“Quem determina como deve ser o transporte é a equipe médica que assumiu o atendimento, e que avalia as condições necessárias para o retorno seguro do paciente. Nesses casos o custo da operação de transporte é menor, mas é ainda bastante elevado para os padrões normais”, revela Evelyn Dourado, gerente Operacional da Europ Assistance Brasil.

Segundo a executiva, esse tipo de serviço envolve ainda o custo da ambulância (ou helicóptero, se for o caso) entre o local do acidente e o hospital, e depois do hospital até o aeroporto, por exemplo.

“Além do transporte está incluso ainda toda a documentação necessária para dar entrada no pedido de repatriação sanitária para o transporte e, posteriormente, para a entrada do segurado no país de destino. Se houver necessidade de uma ou mais paradas entre o trajeto, o mesmo procedimento deverá ser aplicado”, explica.

De acordo com a especialista, dependendo da distância e da aeronave utilizada, será necessário fazer um pouso em algum lugar para reabastecer. Nesses casos, todos os documentos sanitários precisarão ser reapresentados para as autoridades locais.

“Como se pode ver, este é em serviço de operação complexa, que envolve muitos profissionais, e que é pouco abordado. Somente este ano, fizemos 16 repatriações sanitárias, uma média de quase três por mês, o que requer uma estrutura e capacidade de atendimento muito acima da média”, concluiu.

Além deste serviço, a EABR assegura também despesas médico-hospitalares e odontológicas em viagem; despesas farmacêuticas; gastos derivados por atraso de bagagem; danos à mala; seguro bagagem; cancelamento / interrupção de viagem; morte acidental; e invalidez permanente total ou parcial por acidente.

Já entre os serviços de assistência estão o adiantamento em caso de fiança; orientação em caso de perda de documento ou cartão; assistência jurídica; reserva de hotel por convalescença e para acompanhante em caso de internação; passagem aérea de ida e volta para um familiar; repatriação de menor e transmissão de mensagem urgente.

Matérias relacionadas

Compartilhe essa matéria com quem você gosta!

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Fique por dentro das notícias de turismo do DT!

Assine nossa newsletter e confira.




    Enriqueça o Diário com o seu comentário!

    Participe e leia opiniões de outros leitores.
    Ao final de cada matéria, em comentários.

    Matérias em destaque