Aéreas procuram novas maneiras de resolver um problema de US$ 60 bilhões

O Airline Disruption Management, encomendado pela Amadeus, também afirma que a interrupção se espalha de forma viral por todo o ecossistema de viagem

Agências com Edição do DIÁRIO

Novo relatório da T2RL e da Amadeus aponta que interrupções de voo custam para a indústria de viagens cerca de 8% de sua receita global a cada ano

Com a previsão de aumento no número de passageiros aéreos anuais para 7,3 bilhões em 2034, as interrupções de voo se tornarão um problema operacional cada vez mais caro para as companhias aéreas, aeroportos e hotéis resolverem

Dubai, Emirados Árabes Unidos e Madrid, Espanha, 27 de outubro de 2016 – Mau tempo, desastres naturais e greves têm um custo estimado de USD 60 bilhões por ano para a indústria de viagens, cerca de 8% do faturamento global da indústria, revela um novo relatório sobre interrupções de voo.

O Airline Disruption Management, escrito pela consultoria líder de TI para companhias aéreas T2RL e encomendado pela Amadeus, também afirma que a interrupção se espalha de forma viral por todo o ecossistema de viagem: a reação em cadeia das aeronaves e tripulações que não chegam conforme programado significa que, muitas vezes, as redes altamente otimizadas consideram cancelamentos e atrasos a partir de um problema inicial relativamente menor.

O relatório também conclui que regulamentações da indústria, como a regra Tarmac Delay nos EUA[1],  e as Regras de Compensação Obrigatória para Atrasos na UE[2] estão incentivando as companhias aéreas a desenvolverem procedimentos padronizados para lidar com situações de interrupção.

A análise da T2RL para o relatório chegou a uma série de conclusões com base em entrevistas com os principais especialistas de organizações em toda a indústria de viagens, incluindo American Express GBT, ANA, aeroporto de Gatwick, IATA, Southwest Airlines, Swiss International Airlines, Star Alliance, Swiss International Airlines e Yas Viceroy Hotel.

Outras descobertas importantes incluem:

  • Estamos caminhando para um avanço tecnológico: A maior motivação dos conselhos de empresas aéreas em investir em gestão de interrupções, combinada a uma atenção crescente e promissores compromissos de fornecedores de TI, indicam que é muito provável um avanço nos próximos anos.
  • Colaboração é fundamental para ter uma abordagem integrada: Melhor comunicação entre os gerentes de operações, aeroportos e empresas de serviços aéreos irão gerar maior colaboração. No futuro, até mesmo as companhias aéreas que competem acirradamente irão trabalhar em conjunto durante os períodos de interrupção.

Ira Gershkoff, Principal Consultant na T2RL e autor do relatório, comentou: “Há todas as razões para acreditar que o desafio histórico de reencaminhamento de aeronaves, tripulação e passageiros durante interrupções finalmente serão abordados nos próximos anos. Após um período de investimento limitado, a vontade mais uma vez voltou aos conselhos de companhias aéreas, impulsionada em grande parte pela necessidade de entregar confiabilidade na venda de serviços complementares. O importante é que os prestadores de serviço estão colaborando com toda a indústria para mitigar o impacto sobre o viajante.”

Julia Sattel, Global Head of Airline IT na Amadeus, acrescentou: “Gestão de interrupção é um dos desafios operacionais mais significativos que nossas companhias aéreas clientes enfrentam. Qualquer avanço neste problema de US$ 60 bilhões por ano trará substancial retorno sobre o investimento, sem mencionar a solução de uma frustração que lidera as pesquisas de satisfação de passageiros ano após ano. Nem é preciso dizer que técnicos e engenheiros da Amadeus estão trabalhando para resolver o desafio de gestão de interrupções neste momento”.

Para baixar o relatório, acesse www.amadeus.com/managingdisruption

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