Levantamento do HotéisRIO aponta ocupação média de 77,62% na primeira semana do festival e expectativa de crescimento das reservas até os shows.
REDAÇÃO DO DIÁRIO – com assessorias
A realização do Rock in Rio 2026 já movimenta a hotelaria carioca. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (2) pelo HotéisRIO mostra bons índices de reservas para as duas semanas de shows do festival, com algumas regiões da cidade registrando ocupação superior a 80%.
Na primeira semana do evento, entre os dias 4 e 7 de setembro, a ocupação hoteleira média no Rio de Janeiro chega a 77,62%. Ipanema e Leblon aparecem na liderança do levantamento, com 85,26% dos quartos reservados.
Zona Sul concentra maiores índices
Além de Ipanema e Leblon, outras áreas turísticas da cidade apresentam desempenho expressivo durante os primeiros dias do Rock in Rio. Leme e Copacabana registram ocupação de 82,45%, enquanto os hotéis localizados entre Glória e Botafogo chegam a 79,96%.
A região formada por Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e São Conrado, próxima à área onde acontece o festival, apresenta índice de 79,08%. No Centro do Rio, a ocupação está em 61,24%.
Segunda semana também movimenta hotéis
Para a segunda semana de apresentações, marcada entre os dias 11 e 13 de setembro, a pesquisa aponta ocupação média de 65,41% na cidade.
Novamente, Ipanema e Leblon lideram as reservas, com 83,15%. Na sequência aparecem Leme e Copacabana, com 71,32%, e Barra da Tijuca, Recreio e São Conrado, com 67,97%.
A região entre Glória e Botafogo registra 64,80%, enquanto os hotéis do Centro apresentam, até o momento, índice de 41,15%.

HotéisRIO espera crescimento até o festival
Apesar dos números já elevados em algumas regiões, o presidente do HotéisRIO, Alfredo Lopes, avalia que a ocupação ainda poderá avançar conforme as datas dos shows se aproximarem.
“Sempre há quem deixe para fechar as reservas às vésperas do evento. Devemos nos aproximar dos números da edição passada, em 2024, quando a ocupação hoteleira fechou com uma média de 88% durante o período do festival, com picos acima de 90%”.
A expectativa da entidade, portanto, é que as reservas de última hora aproximem os índices de 2026 do desempenho registrado na edição anterior do Rock in Rio.




